Session 270
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An Introduction and a

Topics:

"Uma Introdução e uma Visão Geral"



Quinta-feira, 19 de Março de 1998
Tradução de: Amadeu Duarte

Nota da Vicki: Esta é a primeira sessão de grupo a acontecer no Vermont. Penso que a assistência é composta, em grande parte, por jovens.

ELIAS: Boa noite. (A sorrir)

GRUPO: (Com hesitação) Boa noite.

ELIAS: Saudações a todos os Sumafis aqui presentes! Esta noite vou apresentar-me a título de introdução, e vou apresentá-los a vós próprios.

Eu sou o Elias. Consisto numa forma de energia da essência da personalidade e ocupo uma área da consciência que a partir de agora passareis a conhecer como a Área Regional 4 (Esfera dos arquétipos, mais ou menos correspondente ao plano Causal) Nessa esfera ocupo uma posição de ensino, em conjunto com muitas outras essências que também têm a capacidade de ensinar. Eu dirijo-me a todos vós em resposta às vossas interrogações motivadas por esta Mudança da Consciência que está a ocorrer no vosso planeta neste tempo presente, com que todos vos achais envolvidos.

Vou também dar-lhes a conhecer que pertenço à família da consciência conhecida como Sumafi, à qual todos vós aqui presentes neste fórum também pertenceis. No enquadramento físico vós alinhais igualmente por outra família de consciência. Existem nove famílias da consciência que se acham associadas a esta dimensão em particular e que, em conjugação convosco estão a criar esta realidade e a orquestrar a manifestação desta dimensão particular. Estas famílias da consciência dizem respeito a esta dimensão. Elas não participam na orquestração de outras dimensões físicas e não têm relação uma particular com o todo da consciência, não obstante participarem nesse todo da consciência, já que a consciência não pode ser separada sob qualquer aspecto que seja. (Pausa a sorrir para o grupo)

Vós revelais admiração. Olhais o vosso presente e questionais-vos acerca da validade dos vossos objectivos, sobre as missões, (A rir) e sobre a acção. Mas actualmente estais a experimentar aquilo que designei como uma Mudança de Consciência. Estais a sair da vossa era religiosa rumo a uma nova realidade, que estais a criar.

Existem muitos aspectos dessa Mudança da Consciência e muitos tipos de acção associados a ela. Um dos elementos básicos desta Mudança na Consciência consiste na aceitação das vossas crenças, neutralizando-as desse modo; NÃO eliminando essas crenças mas neutralizando-as – o que vos possibilitará uma expansão da consciência objectiva e vos ampliará a capacidade de criar em termos futuros. A acção desta mudança detém muitas dinâmicas que já começais a experimentar no vosso conhecimento objectivo. Eu passo a explicar.

A vossa consciência objectiva é aquilo que vos ocupa a atenção durante o tempo que passais no estado de vigília. A vossa consciência subjectiva é aquela consciência que faz parte de vós e que se move em harmonia com a vossa consciência objectiva e inclui o vosso estado de sonhos bem como todos os outros estados de consciência associados a esta realidade; salvo o vosso estado de vigília. Hei-de referir-me a estes dois estados de consciência várias vezes. Tal como referi, eles constituem igualmente elementos vossos. São inseparáveis, e além disso não se digladiam entre si. Vós não sois manipulados por nenhum elemento que designais como “inconsciente”. Não existe nenhum inconsciente; isso deixaria sugerir ausência de consciência o que é coisa que não existe. Existe apenas a área das coisas individuais que esqueceis, os vossos locais de esquecimento, que consistem no vosso conhecimento objectivo. A vossa consciência subjectiva é aquela parte que detém a recordação, para qual vos estais a mover no sentido de a fundir com a vossa consciência objectiva, o que perfaz um dos elementos desta Mudança da Consciência.

Aspectos desta Mudança da Consciência em perspectiva:

Esta Mudança da Consciência está a ocorrer agora, mas na terminologia objectiva deverá estar concluída ou inteiramente alcançada no terceiro quarto do vosso próximo século. Vós já vos movestes para além da metade da acção desta Mudança da Consciência, que se iniciou por alturas do começo deste século em particular. Aproximadamente lá pelo meio do próximo século, ocorrerão vários elementos que se tornarão definitivos na alteração da vossa realidade para uma outra completamente diferente. Aquilo que presentemente encarais como realidade deixará de existir.

Quanto às vossas formas físicas elas continuarão tal como até agora. Com respeito às vossas crenças, continuareis a sustentar crenças porquanto elas fazem parte do desígnio desta realidade.

Em relação à afectação causada por essas crenças, ela deverá ser neutralizada. Em relação às vossas sociedades, elas deverão tornar-se diferentes. Sofrerão uma mudança. A vossa abordagem à realidade durante esta Mudança deverá sofrer uma alteração dramática pois o vosso conhecimento sofrerá um incremento ao ponto de incluirdes a recordação da essência, o que vos facultará uma maior liberdade e mobilidade nesta dimensão física.

Esta Mudança da Consciência está limitada a esta dimensão em particular e não abrange nenhuma outra, física ou não física, porém, detereis a capacidade, tal como a possuís no presente (se optardes por vos entregar a isso) de aceder a outras realidades à vossa vontade. A consciência que os seus ocupantes terão da vossa interacção não deverá tornar-se objectiva para eles, mas vós obtereis consciência objectiva dessa vossa interacção.

Exemplo: Desejais contactar outra realidade física; os extraterrestres. Desejais ver outra realidade física que se ache manifestada. Vós podeis empreender tal acção simplesmente colocando-vos a um lado. Deverá tornar-se tão fácil quanto deslocar-vos dum quarto para o outro. Desejais contactar alguém que abandonou o enquadramento físico, e obtereis a capacidade de vos achardes em comunicação activa e em interacção com outro foco... Por meio duma comunicação não física.

As vossas capacidades de mobilidade por meio da consciência excederão qualquer elemento conhecido que conheçais presentemente.

E de que forma cumprireis essa acção de Mudança? Ela já teve início e vós já participais nela. Eu saudei-os com um cumprimento de acolhimento aos jovens Sumafis e referi que para além de me apresentar vos introduziria a vós próprios.

Presentemente achais-vos a embarcar numa nova busca no campo da consciência. Situais-vos no momento nas vésperas que antecedem a aurora da realização da vossa criatividade. Permitam que os informe de que, na vossa mitologia expressais a história de São Jorge a matar o dragão de modo a criar uma passagem isenta de perigos e tranquilidade nas massas, ao mesmo tempo que elimina toda a ameaça e perniciosidade. Segundo a imagética que o quadro sugere, isso consiste num símbolo que podeis apresentar a vós próprios na vossa acção, em consentimento com esta Mudança da Consciência. Vós sois aqueles que embarcam nesta busca, de forma a servir de anunciadores desta Mudança de forma que comporte o menor risco de trauma possível. Ao longo do vosso milénio foi depositada imensa energia nas profecias e prognósticos de traumas e de destruição, do que actualmente vos aproximais, ou seja, da aurora dessas profecias. Elas consistem em probabilidades, todavia, ainda não se acham actualizadas nesta realidade particular. Portanto, vós detendes o poder de actualizar probabilidades diferentes.

A consciência no vosso planeta está a aumentar e vós situais-vos no limiar da aurora, a qual irá inserir diferentes probabilidades na vossa realidade convencionada, ao contrário daquelas que foram profetizadas. Essas probabilidades consistem nos resíduos da vossa era religiosa a qual se viu em acção por muito tempo; durante um milénio. Chegastes ao ponto em que essa criação particular na consciência desta realidade vos deixou de servir. Portanto, também consiste num limite sobre a vossa criatividade e vós escolhestes eliminar isso e mover-vos rumo a uma nova criatividade. Nesse movimento reconheceis que prescindis completamente da necessidade de trauma e de destruição para criar uma nova era. (A sorrir)

Ao longo deste século já sentistes as dores desse parto. É desnecessário criarem negativismo, nos vossos termos. Nesse sentido, ofereço-lhes informação acerca dos vossos sistemas de crença que lhes possibilitará suficiente conhecimento a fim de serdes capazes de reconhecer o seu poder e os efeitos que vos influenciam a todos. Se reconhecerdes essas crenças podereis igualmente dar-lhes atenção.

Vós, no enquadramento físico direccionais a vossa atenção de forma bastante exacta. Sois como que uma lente. Visualizai uma câmara que é dotada duma centena de lentes. Essa câmara deverá representar a essência. Vós sois apenas uma lente dessa câmara. Todas essas lentes se acham a acontecer em simultâneo e estão todas a influenciar-vos e a conceder-vos energia na acção de realização desta presente Mudança. E vós estais igualmente a influenciar todas essas lentes, ou manifestações.

Eu defino aquilo que designais como “vida” sob a designação de foco, (manifestação) porque vida é algo mais abrangente. Nesse sentido, a vossa vida consiste na soma de todas as vossas manifestações nesta dimensão física particular. Cada segmento constitui um foco (manifestação). E eles não se processam de forma linear. Vós não vos voltais para o nascimento, deslocais-vos ao longo desse foco, morreis e depois voltais a manifestar-vos noutro foco. Isso consiste na percepção decorrente do vosso tempo linear, porém, isso é relativo unicamente ao vosso enquadramento físico. Vós designastes (concebestes) esta realidade particular desse modo, mas noutras áreas da consciência e noutras dimensões físicas além desta dimensão em particular isso não acontece assim. Constitui uma forma de percepção, ainda que o elemento do tempo comporte a sua própria integridade. Portanto, não vos estou a dizer que o elemento do tempo não constitua uma entidade em si mesmo, porque de certa forma constitui, contudo não aparece na forma em que o reconheceis nesta dimensão. Por isso, quando encarais outros focos de vós próprios, eles acham-se presentemente a decorrer - não se situam no passado nem tampouco no futuro. Podemos referir-nos a eles na qualidade de focos passados ou futuros por uma questão de compreenderdes melhor, pela simples razão de o ajustardes aos vossos processos de pensamento que operam no enquadramento físico, porém, lembrem-se de que todos os vossos focos ocorrem em simultâneo.

Vós podeis aceder a qualquer desses focos por um acto da vontade. Vós possuís a capacidade de o fazerdes. Isso constitui igualmente um elemento da acção desta Mudança. Presentemente as pessoas podem aceder de modo mais fácil e sem esforço a QUALQUER das suas manifestações apenas através do desejo e concentrando-se numa outra manifestação. Podeis aceder-lhe por meio da meditação. Podeis aceder-lhes através do que designais como estados alterados de consciência. Podeis submeter-vos à hipnose e isso irá facilitar-vos essa acção. Todas essas acções são apenas acções diferentes que vos permitirão relaxar a atenção - a qual se acha extremamente focada nesta manifestação física particular. Isso não significa que seja negativo! Não obstante sentirdes o desejo de aceder a experiências diversas vós criastes propositadamente esta realidade em moldes que, cada manifestação evolutiva – que nos vossos termos significa uma vida - concentra a sua atenção de forma tão singular que vos possibilita obter a experiência de forma pura.

A razão por que vos achais nesta dimensão – o vosso objectivo, missão ou razão – consiste em experimentardes. NÃO vos manifestais nesta dimensão como uma ida à escola. NÃO vos achais manifestos nesta dimensão a fim de realizar grandes feitos, apesar de poderdes escolher realizá-los. MANIFESTAIS-VOS nesta dimensão, e em QUALQUER dimensão física, unicamente para experimentardes a e as qualidades da acção física de forma pura.

Criastes a realidade que compõe esta dimensão particular baseados na exploração de dois elementos básicos do enquadramento físico; a sexualidade e a emoção. E vós experimentais ambos esses elementos de forma intensa. Todas as vossas criações nesta dimensão particular reflectem esses elementos básicos. Podeis até contemplar uma pedra e isso invocar em vós um sentimento masculino ou feminino, assim como uma emoção - se vos sintonizardes com ela. TODA a vossa realidade nesta dimensão reflecte esses elementos.

Nesse sentido também vos farei um comentário que não será completamente bem acolhido por parte de alguns, mas trata-se da criação vossa realidade. E como tal, trata-se duma realidade nesta dimensão. Vós concordastes em manifestar-vos pelo menos três vezes, três focos nesta dimensão. Trata-se dum acordo que elegeis ao escolherdes manifestar-vos nesta experiência particular. Manifestais-vos uma vez mulher, uma vez homem e outra no que designais como “outro”, que será interpretado como aquilo que encarais como homossexual. Todas essas três experiências consistem no acordo com que vos comprometeis ao escolherdes esta realidade, pela experiência do aspecto sexual que esta dimensão oferece. Isso não quer dizer necessariamente que devais criar um foco que subsista por um tempo muito prolongado; podeis experimentar ser mulher por um ano ou por cinco minutos e logo a seguir desprender-vos (morrer); assim como podeis experimentar ser um homem que dura até aos cem anos. Podeis escolher ser homossexuais ao longo de quinhentas manifestações, homem uma vez e depois três vezes mulher. Qualquer combinação deverá ser aceite. A única estipulação existente com relação a esta dimensão assenta na experiência de três formas distintas de orientação, pois isso assenta no desígnio deste foco físico particular.

Todas as manifestações são diferentes; o homem não é mulher; a mulher não se assemelha ao homem; e a orientação homossexual é ainda outra orientação completamente diferente. Podeis parecer ser iguais fisicamente mas na consciência, a orientação é completamente distinta, tal como a orientação masculina é uma e a feminina outra e ambas não se assemelham. Não obstante na vossa presente era vos encarardes como mais unidos e desejardes tornar-vos iguais e procurardes desempenhar os mesmos papéis, vós sois intrinsecamente diferentes. Se não fosse tal como digo não teríeis criado tais diferenças sexuais. Não teríeis criado qualquer género sexual. E presentemente existem dimensões físicas que não comportam qualquer orientação sexual. Mas a vossa não faz parte delas.

Nesse sentido encorajo-vos a explorardes a fundo a vossa orientação e criação, a maravilha daquilo que escolhestes aí manifestar, contrariamente à negação da orientação escolhida e o consequente falsa fusão com a orientação oposta. Não se deixem confundir com a expressão de que são todos iguais. NÃO sois todos iguais. Os elementos da consciência são os mesmos, porém ao mesmo tempo não são, porque cada elemento da consciência comporta a sua própria singularidade. Até mesmo ao nível da essência vós detendes o vosso próprio tom que vos caracteriza de forma única e não se assemelha ao de nenhuma outra. As qualidades podem ser as mesmas, porém, o tom deverá ser distinto. Cada um de vós detém um tom individual na essência, o que consiste na vossa totalidade, a soma de todas as vossas manifestações, não só nesta dimensão física em particular como em todas as demais dimensões e áreas da consciência.

Quanto á vossa acção nesta Mudança da Consciência, vós deixastes-vos atrair a este fórum a fim de receberdes informação. Nesse sentido continuarei a oferecer-vos informação à medida que formos prosseguindo e atenderei às vossas perguntas. O vosso propósito neste foco inclui o aspecto de concederdes energia à acção da própria Mudança bem como na inserção de probabilidades nesta realidade particular, fora do campo das probabilidades de trauma. Desse modo, a vossa concessão consiste em garantir energia a fim de diminuírem o trauma inerente a essa Mudança. Muitos haverão de experimentar trauma com relação a esta mudança de consciência. E poderão experimentar muito menos trauma se tiverem informação que lhes explique aquilo por que estão a passar. Nisso consistirá a vossa missão… não obstante não serdes incumbidos de nehuma missão! (A sorrir)

...

Continuemos. Podeis prosseguir com as vossas perguntas se preferirdes.

PERGUNTA: Vou começar. Elias gostava de discutir um pouco mais acerca das famílias da essência e como nos poderemos relacionar - pelo menos no que toca à família Sumafi. Poderás falar um pouco mais sobre isso? E talvez – mas isto é uma outra questão – talvez a questão das visões da nascença, como no caso das famílias da essência que adquirem visões semelhantes e vêem ao reino material, tal como disseste, imbuídos de intenções ou perspectivas idênticas?

ELIAS: Permitam que lhes apresente uma visão geral da realidade física inerente a esta vossa dimensão.

No seu começo, nove famílias da essência organizaram-se, por assim dizer, a fim de criarem esta realidade dimensional particular. Essas famílias compreendem um imenso número de essências imbuídas dum propósito idêntico, no âmbito de cada família. Inicialmente, essas essências tornaram-se conhecidas como os Espíritos que Permanecem no Estado de Sonho (Dream Walkers) e que se achavam parcialmente enquadradas no plano físico, porém, não inteiramente. Bom, com relação e esses Espíritos, eles interagem continuamente convosco, e até mesmo na actualidade. Mas durante o período total da existência desta dimensão física eles escolheram não se manifestar inteiramente em termos físicos e desse modo podem interagir convosco e chegar mesmo a aparecer-vos, em relação com a família da essência a que pertenceis. Para uma maior clarificação também posso sugerir ter fornecido previamente imensa informação relacionada com esse tema, mas irei rapidamente oferecer-vos uma explicação concisa.

Cada família da essência detém um propósito diferente, apesar de todos se complementarem uns aos outros. Nesse sentido, esses Espíritos interagem em conjugação com as respectivas famílias da essência. Tu pertences à família da essência Sumafi, tal como todos aqueles presentes neste fórum. Por isso é que vos deixastes atrair para este intercâmbio de energia.

A família da essência Sumafi prefere interagir com o enquadramento físico por esta forma particular de trocar energias, (mediunidade) porquanto isso proporciona uma menor possibilidade de distorção. Por vezes, outras famílias da essência podem adoptar este tipo de particular intercâmbio de energias, mas nos vossos termos, não se trata duma forma de expressão que usem a fim de comunicarem.

Por exemplo, a família Milumet; esses são os espiritualistas, os detentores da recordação. O contacto que esses Espíritos que Permanecem como que num Estado de Sonho (Dream Walkers) estabelecem com os indivíduos enquadrados no físico pertencentes à família Milumet dar-se-á por intermédio de sonhos e de visões. Eles estabelecerão uma interacção com elementos da vossa realidade e comunicarão com eles de um modo que vós não fazeis. Podem envolver uma árvore ou uma criatura e comunicar com ela ou com essa criatura de forma a colher informação do mesmo modo que vós recebeis informação a partir desta essência que vos fala. Cada família possui um tipo de interacção distinto a fim de comunicar com aqueles que pertencem às respectivas famílias no enfoque físico.

Tal como referi, ao entrardes no foco físico, alinhais por outra família da essência. Ao nível da essência pertenceis a uma família específica. Na manifestação física escolheis alinhar com outra família da essência. Por exemplo: O Michael (a médium) pertence à família da essência dos Sumafi e neste enquadramento particular alinha pela dos Sumari; os criadores, os artistas e os agitadores. Portanto, a expressão objectiva inerente ao foco físico será melhor vista como pertencente aos Sumari. O propósito subjacente contudo pertence aos Sumafi. Podeis distinguir qualidades pertencentes a ambos, porém, aquelas que assumirão maior relevância e objectividade deverão ser as que se manifestam nesse alinhamento.

Quanto à tua questão do enfoque em que entras, tu fazes essa entrada imbuído dum conjunto de probabilidades que consistem naquelas potencialidades que vos definem a intenção. Mas não se iludam – essas probabilidades não se acham fixadas diante de vós; elas são criadas no momento. Como tal existe unicamente um potencial para a ocorrência de tais probabilidades ao invés de serem como um dado adquirido ao entrardes no enquadramento físico.

Do mesmo modo – mas de forma figurativa – que quando tens um pensamento, podes ter o pensamento mas ele não é actualizado automaticamente. Não implementastes esse pensamento, não obstante possuirdes o potencial para o implementar e o actualizar, porém, até que seja actualizado permanecerá como um potencial. Do mesmo modo entrais no enquadramento físico com um conjunto de probabilidades que consistem num potencial e não numa actualidade. Dessa maneira possuís a liberdade de escolha para alterar qualquer probabilidade a cada momento.

Vós tão-pouco vos achais restringidos ao conjunto de probabilidades que vos assiste ao entrardes no foco físico, pois possuís a capacidade de vos estenderdes fora desse conjunto de probabilidades que vos assiste, o que alterará completamente o vosso enquadramento físico.

Essa acção não é comum contudo pode ser lavada a cabo. Não existem muitos, fisicamente enquadrados, que escolham probabilidades fora dos seus conjuntos, mas isso acontece, em cujo caso assistireis àquilo que designareis como mudanças drásticas nas manifestação física desse enquadramento particular, que deverá deslocar-se rumo a direcções completamente diferentes da original.

Com relação à interacção que esses Espíritos que permanecem num Estado quase Onírico (Dream Walkers) inerentes à família da essência têm convosco, a resposta que vos dou é que sim, a sua interacção é um facto. Eu estou a interagir convosco. Aqueles que pertencem à família Vold recebem comunicações auditivas, provenientes de outras essências, o que lhes faculta informação.

Outros, pertencentes à família Ilda, vêem e interagem com aspectos da essência que se acham relacionados com outras realidades, o que caracteriza o seu tipo de contacto. Eles imaginam essas interacções segundo a influência das suas crenças todavia essa interacção não é menos real. Aqueles que pertencem à família dos Ilda podem experimentar interacção com os extraterrestres. Dentro do quadro das crenças que albergam eles imaginam tais contactos como ocorrendo com “seres pequenos indistintos e cinzentos”, apesar de não serem nada disso, mas isso configura-se nos termos da explicação que dais a vós próprios, e com a imagem que criais a fim de possibilitar um contacto em termos objectivos.

Na realidade não se trata de quaisquer seres pequenos cinzentos e amorfos! (Dito com humor, o que, finalmente desperta um ligeiro riso na audiência) São antes entidades completamente estranhas à vossa capacidade de reconhecimento que, ao penetrar na vossa dimensão física e ao interagir convosco, ocasionam que os encareis dessa forma (entre várias outras). Isso consta da criação da vossa parte duma forma que podeis conceber, que seja capaz de ser reconhecida e aceite por vós. E vós interagis com elementos da essência exteriores a esta realidade com bastante frequência; apenas não vos dais conta dessa interacção.

Dai-me o exemplo duma experiência que tenhais em que a vossa visão e audição se tornem distorcidas, e vós escuteis um zumbido nos ouvidos! Há indivíduos que descrevem a acção de luzes relampejantes ou cintilações que lhes bloqueiam o campo de visão de forma temporária. Mas isso não passa da acção de verdes ou escutardes - por meio da vossa visão e audição físicas - elementos da essência não pertencentes a esta dimensão. Ao mover-vos para outra dimensão, isso forma essa realidade convencional aceite e a comunicação, ou visualização – a forma como eles vêem, com os vossos próprios olhos – experiência essa que ofereceis a vós próprios em conjugação com a acção desta Mudança, na medida em que vos achais presentemente a expor-vos, em termos de consciência, permitindo que uma maior quantidade de aspectos da essência se reflictam na vossa consciência de vigília, pois todos esses aspectos SÃO aspectos da vossa consciência. Ao vos deparardes com aquilo que designais como um extraterrestre, vós estais a fazer face a vós próprios, focados numa outra dimensão física. Não se trata de algo que vos seja estranho mas sim dum elemento vosso.

PERGUNTA: Isso conduz-me para a minha pergunta seguinte. Brattleboro (Cidade onde a Mary reside, no Vermont) parece ser como que um ponto de convergência, ou até talvez algum tipo de vórtice de energias...

ELIAS: Ah, os vórtices! (A sorrir)

PERGUNTA: Todos nós temos um passado semelhante, ou coisas que fizemos no passado, e agora estamos aqui todos juntos a ter estas conversas. A minha pergunta é, porque razão nos achamos aqui presentes neste momento? Basicamente a minha pergunta é se Brattleboro constituirá algum tipo de pólo de atracção? Será um ponto para onde as pessoas convergem a fim de aprenderem ou se encontrarem com pessoas com dotadas duma consciência semelhante?

ELIAS (A sorrir) Permitam que vos diga que na realidade existem depósitos de energia no vosso planeta que FORAM CRIADOS POR VÓS. Eles NÃO são intrínsecos á localização geográfica em que se encontram, mas constituem depósitos de energia formados pelos focos físicos, nessas áreas. E tu inverteste a explicação. Vós dizeis que o local os atrai com a energia que possui mas não é assim. VÓS deixais-vos atrair para um contacto em comunicação com a consciência, conduzindo-vos ou deixando-vos atrair para mentes semelhantes, se assim posso dizer, a subsequentemente VÓS depositais energia nessa localização geográfica particular, energia essa que passará a tornar-se reconhecida junto de outros de mente semelhante. Nesse sentido, VÓS sois o instrumento que está a criar essa situação e essa atracção de energia, e como cada um de vós se deixa atrair levados por um propósito semelhante, coisa que tereis feito em concordância com o acordo estabelecido em termos de probabilidades; cada um de vós acrescenta elementos da vossa energia a essa localidade geográfica. Constitui um marcador que se torna fonte de reconhecimento para outros indivíduos à medida que se deixam atrair para essa localidade geográfica, e quantos mais eles forem, mais energia será depositada, o que dá lugar à vossa criação da ideia ou crença nos vórtices. Trata-se da VOSSA energia e não da energia do vosso planeta. (Pausa)

PERGUNTA: Gostava que debatesse-mos mais a neutralização das crenças, de trabalhar com isso de forma consciente.

ELIAS: Ah, essa é uma área difícil, já vos previno!

De início precisais identificar essas crenças. TUDO aquilo que atravessais no foco físico é influenciado por um sistema de crenças. Cada acto que empreendeis é influenciado por um sistema de crenças e todos os pensamentos são influenciados por um sistema de crenças. Foi desse modo que criastes a vossa realidade. Vós caminhais duma determinada forma relacionada com as vossas crenças. Vós dormis de determinado modo relacionado com as vossas crenças. Vós funcionais durante determinados períodos do dia; vós vestis-vos de certos modos; consumis determinados elementos. Dir-vos-ei que podíeis consumir pedras e a vossa forma física mostrar-se-ia capaz de funcionar, porém, abrigais crenças no sentido de vos deverdes nutrir com certas matérias. As vossas crenças influenciam-vos CADA ACÇÃO que empreendeis no enquadramento físico.

Para aceitardes uma crença, precisais antes de mais, de a identificar. Ao identificardes essa crença, penetrais no – (Pausa a sorrir) elemento divertido, (Riso) que consiste em identificar todos os demais sistemas de crença que se acham ligados a essa crença inicial, assim como toda a afectação proveniente de cada um desses elementos. À medida que conseguis identificar por vós próprios a afectação de todos os elementos e aspectos inerentes a cada crença, - e à medida que vos aceitais, o que constitui peça chave neste processo – à medida que confiais em vós próprios e vos moveis fora da área de duplicidade, podereis começar a aceitar a crença.

Eu ofereci-vos o exemplo da aceitação duma crença dum a forma bastante rudimentar. Todos vós abrigais a crença de ter que vos adornar com vestimentas. Vós não vos deslocais por aí simplesmente nus. Isso constitui uma crença. Ao aceitardes a crença vós continuais a brigar uma opinião, uma opção, sobre se deveis escolher ou não de forma condescendente com a crença, porém, a crença deixará de vos afectar.

(Dito com firmeza) A aceitação duma crença consiste numa total ausência de condenação ligada à crença em particular, seja em que área for.

Portanto, tendes essa crença de que deveis envergar roupas. Aqueles que se acham neste fórum preferem não manter essa crença, e desse modo não vestirão roupas, coisa que se tornará aceitável aos vossos olhos e não vos afectará nem terá importância se escolhem envergar roupas ou não, e vós não atribuireis juízo de valor a tal preferência porque isso deixará de vos afectar. Bom, este constitui um exemplo bastante simplificado. Quando penetrais áreas em que possuís profundas convicções, podeis encontrar muito mais dificuldade na aceitação dessas crenças.

Posso oferecer-vos outra crença que não receberá uma imediata aceitação. Possuís a crença de ser errado magoar uma criança. Encarais com outro indivíduo a magoar violentamente um pequeno. Na aceitação que fazeis da crença (implícita) podeis ou não escolher fazer tal coisa, mas na aceitação desta crença (em particular), com o reconhecimento de que a vossa resposta seja influenciada por uma crença, não vos sentireis afectados por verdes a escolha do indivíduo de empreender tal acto, nem o condenareis.

Isto poderá parecer-vos-á rude, de início, devido a que as vossas crenças se achem tão firmemente enraizadas, mas com o reconhecimento de que bom e mau, certo e errado, consistem em expressões dum sistema de duplicidade de crenças, o que representa uma crença, toda e qualquer acção que brote dessa crença consistirá num subproduto dessa expressão, além do que, sempre que condenais qualquer crença, adicionais energia à perpetuação dessa própria crença. A neutralização duma crença consiste na aceitação dessa crença, o que deixa de adicionar energia à sua perpetuação.

Nesse sentido, e de acordo com esta Mudança, podereis responder-me: “Mas, Elias! Nesse caso haveríamos de assistir a uma anarquia nesta Mudança, pois as pessoas cometeriam loucuras sob a premissa de não existir bem nem mal, e por não albergarem princípios!” Errado. Se não houver juízo de valor que os aponte deixará de ser necessário experimentar esses mesmos elementos. O desejo de o fazer deverá ver-se diminuído e por isso a exploração do território inaceitável sofrerá uma neutralização.

Vós implementais as vossas limitações e as vossas restrições sobre vós próprios – bem como o cumprimento da vossas regras e das vossas leis – numa acção de reflexo das vossas condenações e da vossa falta de aceitação e isso representa justamente a perpetuação das crenças que sustentais. Essa tem sido a realidade que tem imperado ao longo da vossa existência e até ao presente. Essa é a área sobre a qual vos tenho vindo a dizer que sofrerá uma alteração total por alturas da conclusão desta Mudança da Consciência, pois ela deixará de fazer parte da vossa realidade. Haveis de experimentar uma incrível liberdade para criar, em oposição às limitações e restrições actuais. (A sorrir para o Robert)

PERGUNTA: Elias, eu sinto um interesse profundo pelo calendário Maia, e estava aqui a interrogar-me o que me poderias adiantar acerca do número 13 e sobre a relação que ele tem com isso. Eu senti-me fortemente interessado nisso mas desviei-me por algum tempo, por pensar tratar-se duma crença meio alienada que não teria lugar na realidade dos nossos dias, mas tenho vindo a deparar-me com um sem número de coincidências por todo o lado. Gostava de saber o que pensas disso, especialmente com relação ao número 13.

ELIAS: Presentemente, muitos sentem uma atracção por muitos e variados aspectos de elementos da recordação, de igual modo no enquadramento esta mudança da consciência. Existiram muitas culturas ao longo das eras que detiveram um conhecimento ligeiramente mais objectivo de realidades inerentes à consciência e o expressaram nas suas culturas. No presente momento muitos descobrem uma atracção pela época dos faraós, porque eles possuíam igualmente uma cultura que preservava muitos dos aspectos que presentemente encarais como desvanecidos. Mas não estão. Simplesmente não são recordados. E com isso vós estais a abrir-vos às vossas recordações. Isso, tal como referi ainda esta manhã, consta de outro elemento desta mudança da consciência.

Por terem manifestações simultaneamente nessas culturas particulares, isso faz com que se dê um trespasse junto de alguns e lhes crie uma recordação. A atracção que sentes, as coincidências que reconheces… as quais não são coincidências pois não existem coincidências, tal como não existem acidentes. Tudo na vossa criação é criado de modo perfeitamente imaculado com base em probabilidades. Com isso admites um trepasse de informação, sob a forma de reconhecimento. E tu deténs um foco enquadrado nessa cultura. Nos vossos termos, deténs uma vida passada, a qual não é passada nem constitui uma vida. Trata-se duma manifestação que está presentemente a decorrer, em simultâneo. Apenas se deslocou para uma área paralela da consciência, uma realidade paralela a esta realidade, porque todas ocorrem em simultâneo. Encontra-se numa posição lateral em relação a ti. Nesse sentido, as acções a informação e o conhecimento desse foco trespassam para este foco particular, e tu experimentas uma atracção.

Também podeis interpretar erradamente, tal como muitos fazem, as datas da área do prognóstico. Ao longo das vossas eras muitas culturas e indivíduos erigiram profecias, ao contactarem probabilidades bem como a possibilidade de inserção dessas probabilidades nesta realidade; não obstante elas ainda constituem probabilidades. Não factores absolutos. Com isso, ao contactarem outro foco da vossa própria essência que tenha uma participação nessa cultura e detenha a crença nas profecias dessa cultura, isso trespassa para a vossa consciência inserida neste foco particular e torna-se factor de influência sobre o modo como encarais a realidade. Isso constitui toda a diferença com que vos ofereço, porquanto eu revelo-vos que acedeis continuamente a outros focos. Vós meramente deixais de reconhecer aquilo a que estais a aceder. É essa área que cria a má interpretação e distorce a informação, e é isso que credita energia para a actualização das probabilidades que VIRÃO A CRIAR trauma. É igualmente por isso que me dirijo a vós, a fim de vos estender informação para que eviteis isso mesmo; pois que, ao obterdes informação, isso proporciona-vos a capacidade de reconhecerdes no vosso enfoque elementos de vós e da vossa realidade, e de distinguirdes o que diz respeito a este foco particular e o que pertence a outro foco e vos esteja a influenciar. É por tal razão que sois influenciados. (Pausa a sorrir)

Vós haveis de compreender. Haverão de vos proporcionar esta informação de novo, e vós haveis de a assimilar. Subjectivamente já está a ser assimilada. Objectivamente, à medida que me dirijo a vós, torna-se-vos difícil assimilar inteiramente tudo o que vos estendo. No desejo que albergais quereis conhecer muito. Na capacidade objectiva que tendes de assimilar aquilo que vos estendo, no início sentis-vos limitados, mas isso haverá de sofrer uma expansão. Presentemente ofereci-vos muito mais informação na sessão desta noite do que sois capazes de assimilar objectivamente, mas isso é aceitável, pois haverei de a repetir e vós haveis de a assimilar. (Para o Richard) Fica somente a saber que deténs um outro foco nesta cultura dos Maias, e é esse foco que te está a influenciar presentemente neste teu enfoque e por isso é que estás a notar muitos elementos que estão a trespassar, ao que chamas coincidência. Mas É uma realidade. (Pausa)

PERGUNTA: Só uma breve questão técnica. Anteriormente referiste-te à experiência como representando o verdadeiro objectivo deste domínio. Ao reconhecermos que dentro deste domínio físico os conceitos de limitação e de liberdade se conjugam isso não nos capacitaria a dizer que uma das outras razões para nos encontrarmos aqui seja a da criatividade?

ELIAS: Correcto. Por certo.

PERGUNTA: Não poderias falar, muito rapidamente, acerca da ideologia das enfermidades? A médica mas, em especial a psiquiátrica?

ELIAS: Ah! Rapidamente? Muito rapidamente, elas são influenciadas pelas crenças, mais uma vez. Rapidamente, constituem opções dos focos individuais. Na área do que designais como doenças mentais ou afectação psicológica, esses indivíduos escolheram deslocar-se da realidade convencional com a criação das experiências por que passam. Não se passa nada de “errado” com esses indivíduos. Eles escolhem dar relevo a uma actividade subjectiva em meio à consciência objectiva que têm, mas como não compreendeis aquilo que estão a criar, arquitectais crenças com relação aos comportamentos e ELES assumem essas crenças em relação a si mesmos, o que cria uma situação de conflito e de confusão neles próprios e por isso origina uma dinâmica completamente diferente. Esse tema em particular requer muito mais tempo, mas posso-vos ir adiantando informação com relação às formas de padecimento física e mental, se preferirem, mas isso deverá requerer grande parte duma sessão, porquanto é mais envolvente e complicado do que parece. Existe um imenso número de razões e de escolhas envolvidas nestas situações, todavia o conflito brota das crenças impostas e que são promulgadas na base do comportamento revelado como desenquadrado da realidade convencional, pois não têm cabimento dos padrões dessa realidade convencional. Nós HAVEMOS de dar continuidade a esta discussão.

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