Sessão 2397



Jim/Bevan (Obrigado, velho amigo!)

JIM: Muito bem. O Duarte, foco de Neuie, envia-te os seus cumprimentos. Eu garanti-lhe que tu observavas a essência dele. Estaria eu certo?

ELIAS: Estavas.

JIM: Ele gostava de saber o que será que o Vasco, o neto da irmã, experimentou quando pareceu evidenciar uns traços de um ataque do tipo de epilepsia, faz algumas semanas. Terá sido efectivamente epilepsia ou algo ainda mais sério?

ELIAS: Os vossos médicos designariam isso como epilepsia.

JIM: Muito bem, foi algo que ele gerou, está bem. Quantas vidas partilharão as essências do Neuie e do Bevan nesta dimensão?

ELIAS: Oitenta e cinco.

JIM: Ena! Está bem. O Duarte disse-me que há alguns anos viu, na TV um indivíduo cubano de origem, que viveu grande parte da sua vida na América, chamado José Menendez, relacionado com o caso em que ele e a mulher foram vítimas de assassínio, por parte dos seus dois filhos. O Duarte notou que esse Menendez se parecia bastante com ele próprio, e interroga-se se será um foco do Neuie. É?

ELIAS: Não, mas observa-o.

JIM: Observa-o. Está bem. Isso conduz-nos às duas perguntas seguintes: quantas vidas terão o Neuie e a Lilly nesta dimensão?

ELIAS: Sessenta e quatro.

JIM: Sessenta e quatro. Muito bem. Terá o Neuie um foco no Exército Confederado durante a guerra civil Americana?

ELIAS: Tem.

JIM: Ele conhecerá o general Robert E. Lee?

ELIAS: Não pessoalmente. Mas serviu no exército dele.

JIM: Ah, está bem. Terá ele morrido ou sido ferido... co gravidade, na batalha de Gettysburgh?

ELIAS: Morreu.

JIM: Ele alinharia pela família da consciência Vold?

ELIAS: Alinhava.

JIM: Teria uma orientação intermédia e teria um foco do tipo pensamento?

ELIAS: Tinha.

JIM: Será que o Neuie observa a essência do Robert E. Lee?

ELIAS: Observa.

JIM: Terá o Neuie um foco em Espanha ou no Norte de África?

ELIAS: África, sim tem.

JIM: Certo. O Duarte tem a impressão de que a cultura arábica esteja associada a esse foco. Estará ele certo?

ELIAS: Está.

JIM: O Duarte sente ter uma ligação qualquer com as cidades antigas que se situam ao longo da Rota da Seda, tal como a de Palmira. A descrição que faz dos sentimentos que ela gera nele assemelham-se aos sentimentos que tenho pela cidade de Samarkanda. Terá ele uma ligação semelhante em relação a Palmira?

ELIAS: Tem.

JIM: Mais do que um foco associado a essa cidade? E, caso tenha, quantos terá?

ELIAS: Sim. Sete.

JIM: Sete! Oh, não! O Duarte pressente uma ligação com o Aknathon, o Faraó Amenhotep IV. Ele dirigirá ou observará a essência desse faraó?

ELIAS: Observa.

JIM: Partilhará ele algum foco com a sua falecida mãe, em que partilhe de intimidade sexual?

ELIAS: Partilha.

JIM: No futuro dele ou no passado?

ELIAS: No passado.

JIM: O Duarte teve um sonho que se repetiu em que ele empunhava uma espada medieval, com a qual combatia com o falecido pai dele, e em que o matava. Terá sido numa vida que tenha partilhado com o pai dele?

ELIAS: Foi. Tratou-se de um acidente.

JIM: O Duarte gostava de saber sobre o seu falecido sobrinho dele, António. Se terá voltado a manifestar-se, e caso não tenha, qual será a natureza da curiosidade que expressa na criação do que se encontra a explorar, conforme lhe terás dito.

ELIAS: Antes de mais, vós não voltais a manifestar-vos!

JIM: Estou de acordo.

ELIAS: Quanto ao outro aspecto da pergunta dele, clarifica.

JIM: Eu não o posso fazer. Não posso conversar com O Duarte. Ele terá que facilitar essa informação numa outra altura.

ELIAS: Muito bem.

...

Duma sessão da Charmaine, de Novembro de 2009

CHARMAINE: Tenho que te dizer que o Duarte te envia o seu afecto.

ELIAS: E tu podes estender-lhe os meus cumprimentos.

CHARMAINE: A Sylvia pergunta: “Porque estarei a traduzir o material do Elias para o Holandês?”

ELIAS: Para estabelecer um laço de ligação mais cabal.

CHARMAINE: Em relação à própria informação? Como quando sinto necessidade de transcrever as tuas sessões áudio?

ELIAS: Sim.

CHARMAINE: Com respeito ao sonho que o Duarte teve da visita que o Gerhard lhe fez, que sentiu como a visita de um irmão, gostava de saber se o sonho terá de facto sido um reflexo de algum foco em que sejam irmãos, e onde, ou quando?

ELIAS: É. Em 1800, na localidade de Amesterdão.

CHARMAINE: Será o Amadeu observador por toda a vida, do Lobsang Rampa?

ELIAS: É!

CHARMAINE: Ah! (Pede as estatísticas da minha neta, Leonor, que posteriormente me estende, a título de surpresa) (Obrigado, Char!)

ELIAS: Nome da essência: Amelia. Família a que pertence: Sumafi. Família por que alinha: Sumari. Orientação: Comum. Tipo de foco: Religioso.